Afogados em palavras
"Espalhe que o amor não é banal. E que, embora estejam distorcendo o sentido verdadeiro dele nos tempos modernos de hoje, ele existe." Mario Quintana

recepção escreva-nos literarios leitura livre aqui estamos

11/02/2013 @ 19:21
com 4,923 notes

Só estava meio vazio, querendo falar uns troços pra alguém de confiança, jogar conversa fora. — Gabito Nunes.   (via doutrinar)

11/02/2013 @ 17:13
com 4,590 notes

O livro traz a vantagem de a gente poder estar só e ao mesmo tempo acompanhado. — Mario Quintana   (via poesia-e-fe)



11/02/2013 @ 17:12
com 40 notes
Não muito tarde

encantais:

a gente descobre que os monstros dos filmes japoneses 
são apenas uma metáfora que representa o ser humano. 

11/02/2013 @ 17:12
com 2,018 notes

Não ache que consegue me abrir, me comover, me prender com apenas três palavras. Não quero ler ou saber que você me ama. Quero sentir isso. — Gabito Nunes   (via poesia-e-fe)



11/02/2013 @ 17:12
com 76 notes
só pra deixar claro

d-e-n-g-o:

você critica o samba

mas sem ele não existiria chico ou veloso
cartola, martinho ou paulinho da viola
sem o samba,
você não brincaria de ser feliz pintando o nariz
não existiria esses tais hermanos, mallus ou tiês
esse ritmo e essa festa
deram ao Brasil uma identidade musical
personalidade, individualidade
você nem sabe…
se não existisse o carnaval
você não teria do que reclamar, afinal
mas você é só mais uma exclamação
adquira o direito de reclamar
assim que virar interrogação

z

11/02/2013 @ 17:12
com 58 notes

Hoje em dia é tão difícil ver alguém elogiando, dizendo uma palavra de carinho ou dando um sorriso cúmplice. Eu diria que é raridade. Em compensação, julgamentos, dedos apontados, críticas e reclamações nunca estiveram tão em alta. Que pena. Falta mais sensibilidade, leveza e carinho no mundo. As pessoas esquecem que quando a gente abre os braços para o mundo ele abre os braços para a gente. E ainda nos abraça apertado. — Clarissa Corrêa  (via poesia-e-fe)

11/02/2013 @ 17:12
com 6,151 notes

Dói. Dói fundo. É muito difícil a gente perder uma pessoa que ama. Eu sei que você partiu faz tempo, mas a gente demora para aceitar as coisas. A verdade é que eu nunca gostei de perder, não sou boa nisso. Não gosto de distâncias, partidas, separações. Sinto falta do teu abraço. Mas sei que um dia a gente vai se encontrar de novo, por isso te mando força, te mando luz, te mando só coisas boas. E prometo que não vou chorar mais. — Clarissa Corrêa     (via poesia-e-fe)

11/02/2013 @ 17:12
com 12,890 notes

Não gosto de quem se faz de santa, de prestativa, de solícita, de legal. Não gosto de quem fala miando, se finge de sonsa, faz caras e bocas. Não gosto de gente artificial, que tem duas caras, dois jeitos, dois comportamentos. Sou a favor da transparência, de gente de verdade, sem retoques, sem artifícios. Tenho pavor de mulher fingida. Que se finge de morta, mas no fundo rebola o tempo todo, faz cara de atriz pornô pra ser notada e depois diz que “ah-é-meu-jeito-sou-assim”. Tenho pavor de mulher que se insinua o tempo inteiro e depois diz “não-entendo-porque-todo-mundo-olha-pra-mim”. Pavor. — Clarissa Corrêa.    (via poesia-e-fe)

11/02/2013 @ 17:11
com 50,467 notes

E o riso dela? Era algo absolutamente dominador. Ninguém tinha a menor chance diante dele. — A Menina que Roubava Livros.     (via estrelices)

18/01/2013 @ 8:14
com 22,036 notes

Ah,
mas cá entre nós,
qual a tua graça sem mim?
E onde fica o meu brilho sem você?
Afinal, quem somos nós sem nós? — Capitule  (via sussurrante)

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