“Só estava meio vazio, querendo falar uns troços pra alguém de confiança, jogar conversa fora. —
Gabito Nunes. (via
doutrinar)
“O livro traz a vantagem de a gente poder estar só e ao mesmo tempo acompanhado. —
Mario Quintana (via
poesia-e-fe)
Não muito tarde
encantais:
a gente descobre que os monstros dos filmes japoneses
são apenas uma metáfora que representa o ser humano.
“Não ache que consegue me abrir, me comover, me prender com apenas três palavras. Não quero ler ou saber que você me ama. Quero sentir isso. — Gabito Nunes (via
poesia-e-fe)
só pra deixar claro
d-e-n-g-o:
você critica o samba
mas sem ele não existiria chico ou veloso
cartola, martinho ou paulinho da viola
sem o samba,
você não brincaria de ser feliz pintando o nariz
não existiria esses tais hermanos, mallus ou tiês
esse ritmo e essa festa
deram ao Brasil uma identidade musical
personalidade, individualidade
você nem sabe…
se não existisse o carnaval
você não teria do que reclamar, afinal
mas você é só mais uma exclamação
adquira o direito de reclamar
assim que virar interrogação
z
“Hoje em dia é tão difícil ver alguém elogiando, dizendo uma palavra de carinho ou dando um sorriso cúmplice. Eu diria que é raridade. Em compensação, julgamentos, dedos apontados, críticas e reclamações nunca estiveram tão em alta. Que pena. Falta mais sensibilidade, leveza e carinho no mundo. As pessoas esquecem que quando a gente abre os braços para o mundo ele abre os braços para a gente. E ainda nos abraça apertado. — Clarissa Corrêa (via
poesia-e-fe)
“Dói. Dói fundo. É muito difícil a gente perder uma pessoa que ama. Eu sei que você partiu faz tempo, mas a gente demora para aceitar as coisas. A verdade é que eu nunca gostei de perder, não sou boa nisso. Não gosto de distâncias, partidas, separações. Sinto falta do teu abraço. Mas sei que um dia a gente vai se encontrar de novo, por isso te mando força, te mando luz, te mando só coisas boas. E prometo que não vou chorar mais. — Clarissa Corrêa (via
poesia-e-fe)
“Não gosto de quem se faz de santa, de prestativa, de solícita, de legal. Não gosto de quem fala miando, se finge de sonsa, faz caras e bocas. Não gosto de gente artificial, que tem duas caras, dois jeitos, dois comportamentos. Sou a favor da transparência, de gente de verdade, sem retoques, sem artifícios. Tenho pavor de mulher fingida. Que se finge de morta, mas no fundo rebola o tempo todo, faz cara de atriz pornô pra ser notada e depois diz que “ah-é-meu-jeito-sou-assim”. Tenho pavor de mulher que se insinua o tempo inteiro e depois diz “não-entendo-porque-todo-mundo-olha-pra-mim”. Pavor. —
Clarissa Corrêa. (via
poesia-e-fe)
“E o riso dela? Era algo absolutamente dominador. Ninguém tinha a menor chance diante dele. —
A Menina que Roubava Livros. (via
estrelices)
“Ah,
mas cá entre nós,
qual a tua graça sem mim?
E onde fica o meu brilho sem você?
Afinal, quem somos nós sem nós? —
Capitule (via
sussurrante)